Aline



Conta-se que numa aldeia distante, ao sul de Varsóvia, um de seus habitantes mais pobres recebeu um bilhete de trem para visitar um primo muito rico.

Ele chegou à ferroviária segurando o seu bilhete.

Como nunca tinha viajado de trem, José não sabia como agir.

Ele percebeu que havia um grupo de pessoas bem vestidas e imaginou que não deveria se sentar com elas.

No fundo da estação, ele viu um grupo de malandros maltrapilhos. Ele se juntou a eles imaginando que aquele era o seu lugar.

Os passageiros da primeira classe embarcaram, mas os maltrapilhos ficaram aguardando. De repente, ouviu-se um apito e o trem começou a se movimentar. Os malandros pularam para dentro do vagão de bagagens, e José entrou com eles, ficando encolhido em um canto escuro do vagão, segurando a sua passagem com medo.

Ele aguentou firme, imaginando que aquele era o seu lugar. Até que a porta do vagão abriu e entrou o maquinista acompanhado de dois policiais. Eles reviraram as bagagens até que encontraram José e seus amigos no fundo do vagão.

O maquinista então perguntou: "Posso ver os bilhetes?"

José prontamente se levantou e apresentou o seu bilhete.

O maquinista analisou a passagem e começou a gritar: "Meu rapaz, você tem uma passagem de primeira classe. O que você está fazendo aqui no vagão de carga?" E o maquinista concluiu: "Quando se tem um bilhete de primeira classe, o indivíduo deve se comportar como um passageiro de primeira classe".

Desse episódio podemos concluir o quanto é importante se conhecer e, portanto buscar caminhos para o nosso autoconhecimento, para que assim possamos estar ocupando na vida, lugares que dizem respeito a nós mesmos.

Autor desconhecido
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Aline



"Pessoas antes de coisas; pessoas antes de projetos; família antes de amigos; marido antes de filhos; marido antes de pais; dízimo antes de desejos; a bíblia antes de opiniões; Jesus antes de tudo o mais."
(Jo Ann Leavell)
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Aline

Cada um de nós tem uma mina de ouro escondida dentro de si. Certo jovem descobriu um veio de ouro numa montanha. Ele tentou garimpar, mas fracassava repetidas vezes. Chegou a pensar em desistir, mas, em vez disso, foi à cidade e pediu a uma compa­nhia mineradora que analisasse o caso. Depois de analisar a monta­nha e o veio de ouro, a mineradora quis comprá-lo. Ofereceram ao jovem uma grande soma em dinheiro vivo se ele o vendesse.

O jovem pensou a respeito e decidiu que em vez de vender o veio para a mineradora, ficaria com ele e aprenderia tudo o que pu­desse sobre mineração. Durante o ano seguinte, ele estudou dia e noite leu todos os livros que encontrou sobre mineração, fez cursos sobre o assunto e conversou com todos que pudessem lhe dar infor­mações a respeito. Durante todo aquele ano, não fez nada mais além de aprender sobre mineração. Deixou de lado tudo o mais em sua vida para se dedicar integralmente ao estudo da mineração de ouro.

No fim do ano, voltou para a montanha e começou a escavá-la. Era um trabalho extremamente pesado, mas no final ele obte­ve milhões e milhões de dólares.

Eis a lição: muitas pessoas (talvez a maioria) teriam olhado a mina e a montanha e, pensando no trabalho árduo que teriam para retirar o ouro, teriam aceitado de imediato o dinheiro fácil e rápido. Não iriam querer passar por tanto incômodo e enfrentar todos os aborrecimentos; não iriam querer abrir mão de um ano inteiro de sua vida para estudar o assunto quando poderiam estar fazendo algo mais agradável. Em vez disso, teriam aceitado o "lu­cro fácil", imediato.

Quantas pessoas nunca alcançam aquilo que poderiam por causa dessa mentalidade? Esse jovem poderia ter feito o mesmo também, mas, caso o fizesse, nunca teria aproveitado integralmente os benefícios daquele veio de ouro.

Isso significa algo para você? Isso o faz se sentir motivado? Isso o compele a se livrar de tudo que o impede de concentrar o seu foco no desenvolvimento de seu potencial? Assim como aquele jovem, talvez você tenha de fazer esforço; porém, se continuar concentrado no que deseja, no final irá achar o ouro dentro de você, que é o tesouro que lhe possibilitará desfrutar os benefícios de viver uma vida totalmente realizada.

(Extraído de: MEYER: Joyce Meyer. "A formação de um líder" Belo Horizonte, MG: Ministério Joyce Meyer, 2006, p. 24)

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Aline


Segue-se para refelxão, uma história comovente sobre o poder do perdão, relatada em "Maravilhosa Graça", de Philip Yancey. Nas palavras do autor, "perdoar é extremamente difícil e, muito tempo depois de você perdoar, a ferida (...) continua na lembrança. O perdão é um ato nada natural" (p.86). "Por tráz de cada ato de perdão jaz uma ferida de traição, e a dor de ser traído não se desvanece facilmente" (p.87).
Sei que existem muitos corações feridos, amargurados e que sofreram dores que parecem imperdoáveis. Tenho aprendido, que em Deus podemos perdoar o imperdoável, pois foi extamente isto que Ele nos fez. Deus não ignora nossas dores, pelo contrário Ele é consciente de que só um coração que recebeu perdão pode transbordar em perdão. (Mateus 5.7 diz: Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia) Mt 18. 21-35 nos constrange a buscarmos o caminho da libertação no perdão. George Hebert com sabedoria disse: "Aquele que não pode perdoar destrói a ponte sobre a qual ele mesmo tem de passar". No amor de Jesus te encorajo a perdoar. Segue-se esta história real para sua reflexão. Que Deus nos cubra com seu poder perdoador.

"Rebecca é uma mulher sossegada, e nas semanas que nos reunimos ela raramente abriu a boca. Ao mencionar o divórcio começou a contar a sua própria história. Ela havia-se casado com um pastor conhecido como lídere de retiros. Contudo, tornou-se evidente que seu marido tinha um lado tenebroso. Ele chapinhava na pornografia e, em suas viagens para outras cidades, visitava prostitutas. Às vezes, ele pedia perdão à esposa, às vezes não. Depois de algum tempo, ele a deixou por outra mulher, Julianne. Rebecca teve o crescente sentimento de que, se não perdoasse o ex-marido, um duro caroço de vingança passaria para seus filhos. Durante meses ela orou. No princípio suas orações pareciam tão vingativas quanto alguns "Salmos: ela pedia a Deus que desse ao ex-marido "o que ele merecia". Finalmente, ela chegou ao ponto de deixar que Deus determinasse, e não ela, "o que ele merecia". Uma noite Rebecca telefonou para o ex-marido e disse, com voz trêmula e forçada: "Quero que você saiba que eu o perdôo pelo que me fez. E perdôo Julianne também." Ele riu da argumentação dela, não querendo admitir que havia feito alguma coisa errada. Apesar da rejeição, a conversa ajudou Rebecca a superar seus sentimentos de amargura. Alguns anos depois, Julianne, a mulher que lhe havia "roubado" o marido. Estivera assistindo uma conferência de pastores com ele em Minneapolis, e ele havia saído do hotel para dar um passeio. Passaram-se algumas horas e, então Julianne recebeu um telefonema da polícia: seu marido fora preso com uma prostituta.
No telefone com Rebecca, Julianne estava soluçando: "Eu nunca acreditei em você", ela disse. "Eu insistia comigo mesma que, mesmo se o que você dizia fosse verdade, ele havia mudado. E agora isto. Estou tão envergonhada, ferida e culpada. Não tenho ninguém no mundo que possa me compreender. Então me lembrei da noite quando você disse que nos perdoava. Pensei que talvez você pudesse compreender o que estou passando. É uma coisa horrível para lhe pedir, mas poderia conversar com você?"
De alguma maneira Rebecca encontrou coragem para convidar Julianne para vir naquela mesma noite. Elas ficaram sentadas na sala de estar, choraram juntas, partilharam histórias de traição e, no final, oraram juntas. Julianne agora aponta para aquela noite como o momento em que se tornou cristã. Nosso grupo silenciou enquanto Rbecca contava sua história. Ela estava descrevendo o perdão não como de forma abstrata, mas em um cenário quase incompreensível de elos humanos: a sedutora do marido e a esposa abandonada ajoelhadas lado a lado em uma sala de estar, orando. "Durante muito tempo, eu me sentia tola por ter peerdoado o meu marido", Rebecca nos dizia. "Mas naquela noite percebi qual era o fruto do perdão. Julianne estava certa, eu poderia compreender o que ela estava passando. E por eu ter estado lá também, podia ficar do lado dela, em vez de ser sua inimiga. Agora eu podia lhe ensinar a vencer o ódio, a vingança, e a culpa que ela estava sentindo."
(YANCEY: Philiph D. Yancey, "Maravilhosa Graça", São Paulo: Vida, 1999.)

Nada pode ser tão poderoso como o perdão. Jesus bradou com amor: "Pai perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem" (Lc 23.34).

Seja livre!
"A primeira e geralmente única pessoa a ser curada com o perdão, é a pessoa que perdoa... Quando genuinamente perdoamos libertamos um prisioneiro e então descobrimos que o prisioneiro que libertamos éramos nós"
(Lewis Smeds)
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Aline

"A esperança é uma ave que pousa na alma, canta melodias sem palavras e nunca cessa."


Emily Dickinson
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Aline



"Nos desertos do coração
deixe a cura jorrar.
A força dessa prisão
ensina o liberto a louvar"


(W.H. Auden)
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